segunda-feira, 16 de junho de 2014

Barbearia “Fio do Bigode” inova o comercio de Jaguariúna

Inaugurada na última sexta-feira, 6, a barbearia Fio do Bigode chegou para inovar o comercio de cabelos da cidade de Jaguariúna. Com um ambiente completamente retro e uma proposta de barbearia antiga, típica dos anos 20, o local é diferente dos demais estabelecimentos de corte de cabelo/barba de Jaguariúna.

 

“Está um ambiente muito bacana mesmo. Você não precisa marcar hora, chega aqui, joga um bilhar, bebe uma cervejinha com os amigos, e faz sua barba. Jaguariúna estava carente de lugares masculinos assim, e é bem legal”, comentou o cliente Gabriel Moraes, que esteve na festa de inauguração da barbearia. Junto com a inauguração, houve uma exposição rápida de motos antigas e quadros.
Em uma conversa com o proprietário do local, Luiz Eduardo Ferdin, ele explicou a proposta do local:

Como foi o primeiro dia da Fio do Bigode?
Foi muito bom. Com público acima do nosso esperado.

O que o local apresenta de diferencial em relação aos demais?
O ambiente é masculino – apesar de mulheres serem bem vindas. Para proporcionar um local bem a vontade para os homens, mesmo. Aqui você faz o cabelo, a barba, e ganha uma cortesia, também. Pode ser uma cerveja (importada ou nacional), um refrigerante, uma água.
O ambiente retro também é bem diferente do visto na cidade. E o próprio de fazer a barba – bem convencional, típico dos anos 20.

De onde surgiu a ideia de fazer o local com decoração antiga?
Na verdade, tive a ideia pois morei nos EUA e lá tem muitas barbearias. Fiz uma pesquisa, conheci outros estabelecimentos parecidos, fui atrás de ideias. Achei um mercado interessante. O homem, quando vai em um salão unissex, acaba ficando meio deslocado. Daí uma barbearia voltada para o masculino.

Quais objetos da decoração são genuínos?
As cadeiras de barbear, inclinadas, são da década de 20. A caixa registradora, as poltronas de cinema.

Como é o método de barbear?
A gente conversa bastante antes, tem pessoas que gostam de fazer desenho, por exemplo. Temos a máquina de desenhar, um pano quente com essência de hortelã, espuma e navalha.

Você é de Vinhedo, região de Campinas. Por que escolheu Jaguariúna para o estabelecimento?
Porque a maioria das cidades já tinha uma barbearia, e Jaguariúna é uma cidade em crescimento. Aqui é ponto para motociclistas, o que tem tudo a ver com a barbearia. E tem também a passagem do rodeio, que pode vir a aumentar o ciclo de clientes daqui e a economia da cidade.


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Exposição Co-Existir mostra os trabalhos de oito artistas da cidade

Oito artistas da cidade de Jaguariúna reuniram seus melhores trabalhos para expor na amostra Coletiva de Artes Co-Existir, no Teatro Municipal Dona Zenaide. A exposição foi inaugurada na última quinta-feira, 22, e estará no teatro até o dia 1 de junho.
Entre os artistas participantes estão Ariane Aron, Gabriel Ferrari, Henry Ferrari, Juliano Ohara, Logan Barros, Marta Strambi, Mauricius Farina e Thiago Luporini.

Confira as fotos da exposição:

Segundo Wanderley Ferrari, proprietário do Teatro Municipal, o objetivo da exposição é trazer, em um único espaço, trabalhos com diferentes propostas, capazes de agradar públicos variados. "Também é uma forma de mostrar os artistas da cidade, e deixar o público participar, criar também.", completou o proprietário.
"Eu trabalho com caricaturas digitais, e homenageio artistas. Aqui você encontra desde artistas iniciantes até os mais experientes. Espero que a exposição abra portas para outros eventos como este para artistas da cidade”, comentou Gabriel Ferrari, que está expondo seus trabalhos pela primeira vez.
Além da apresentação das obras, a exposição também propõe que os visitantes interajam com o local. Folhas pontilhadas foram distribuídas pelo teatro, para que as pessoas pudessem ligar os pontos, criar seus próprios desenhos e colá-los na parede, junto às obras dos artistas.
“Para mim, está sendo uma grande festa. É gostoso compartilhar com os outros, e mostrar para os artistas que não estão aqui que eles podem se organizar, como nós fizemos, para ter este espaço também. Mesmo com trabalhos diferentes! Tudo é arte, estamos coexistindo juntos”, comentou o artista Juliano Ohara.
No dia da inauguração, Ohara também fez uma performance ao vivo em que pintou imagens feitas com o próprio sangue – também extraído no local (veja vídeo no fim da matéria).
A Coletiva de Artes Co-Existir estará aberta todos os dias, das 15h às 19h, no Teatro Municipal Dona Zenaide. A entrada é franca. 


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Campinas tem 13,3% de leitos a menos do que o Ministério da Saúde recomenda

Com 1.144.862 de habitantes (população estimada em 2013), Campinas conta atualmente com 2974 leitos disponíveis nos hospitais, segundo o CNES (Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde). A cidade oferece 2,6 leitos para cada mil habitantes – sendo o ideal indicado pelo Ministério da Saúde era que fosse 3 leitos para cada cem mil habitantes. Assim, é preciso um aumento de 13,3% no número, correspondente a 488 novos leitos na cidade.  


(texto e infográfico: Vanessa Dias)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Os Paralamas do Sucesso chega à região com turnê de 30 anos de aniversário

Comemorando os 30 anos de carreira, a banda Os Paralamas do Sucesso trouxe sua turnê até Jaguariúna, em show realizado no dia 5 de abril, na RED Eventos.
Entrando no palco por volta da 00h30, o grupo comandado por Hebert Vianna preparou um show inédito, com canções de artistas fundamentais na formação de suas músicas nestes 30 anos, tais como The Clash, The Police, Jorge Ben Jor, Gilberto Gil, Lulu Santos, além dos maiores sucessos dos Paralamas.

Em entrevista exclusiva para esta reportagem, o baterista João Barone falou um pouco sobre o show, a turnê, e os 30 anos de Paralamas do Sucesso:




Como está sendo a turnê de aniversário?
João Barone: Nós estamos muito felizes com a turnê. Todos os lugares que temos passado, os ingressos acabam. E no palco, posso afirmar, a energia é a mesma coisa. O roteiro, o telão, o visual dele ficou muito bacana. Estamos muito felizes com o resultado final deste show.

Vocês são a única banda do Brasil que comemora 30 anos sem trocar de formação. Qual a essência para uma banda se manter firme, unida e sempre produzindo sucessos por três décadas?
JB: Não existe essa fórmula garantida. Vimos muitas bandas surgirem e terminarem. Outras que mudaram integrantes, mas isso não nos faz melhores nem piores que ninguém.

O que mudou no Paralamas nestes 30 anos e o que ficou?
JB: Assusta um pouco constatar esse tempo decorrido, porque estivemos sempre muito ocupados e satisfeitos com o que o que fazemos. Melhor, então, dizer o que não mudou: nossa vontade de tocar, fazer shows, gravar um novo trabalho quando houver assunto. Assim podemos, quem sabe, ir adiante por mais 30 anos.

Foi difícil escolher o repertório para o show de comemoração? Como foi a preparação?
JB: Tentamos roteirizar um show que abrangesse nossa discografia completa. Dedicamos um tempo experimentando as músicas, depois complementamos com um apelo visual diferente. Achamos que deu super certo. Pode parecer pretensioso, mas esse show da turnê 30 anos é o melhor que preparamos até hoje. O DVD sai em breve.

Os fãs dos Paralamas atravessam gerações. Qual é a sensação de ter pessoas de 50 e 15 anos, por exemplo, se identificando com a música de vocês?
JB: Faz muito bem para nossa autoestima. Dá uma sensação de que nosso discurso e nossa música estão em sintonia com um monte de gente e isso é muito legal.

Cite um momento ou música que mais marcou a sua carreira.
JB: São muitas emoções, como no dia em que tocamos Óculos no primeiro Rock in Rio, ou fomos homenageados pelo Olodum num show em Salvador, ou 250 mil pessoas num show nosso em La Plata, na Argentina.

Barone, o vocalista Hebert e o baixista Bi Ribeiro são fundadores da banda, e seguem juntos desde o começo, em 1984. O show em Jaguariúna rendeu uma casa lotada de fãs, de diferentes idades e gerações. A turnê de aniversário deve seguir até o meio do ano que vem, de acordo com o baterista.